A Astrologia Tradicional resulta da prática e do desenvolvimento do conhecimento astrológico utilizado desde a época helenística até ao final do século XVII.

Ao longo de muitos séculos a Astrologia foi enriquecendo e aprofundando as suas técnicas e fundamentos atingindo mesmo um grande reconhecimento, renome e esplendor. No entanto a sua prática foi-se gradualmente enfraquecendo, por diversos motivos tais como a Inquisição, a Idade da Razão e a chamada “abordagem científica”, e a excessiva e abusiva simplificação a que foi sujeita, que a empobreceu bastante, e contribuiu para o seu grande descrédito e o seu afastamento das práticas sérias e profundas de outros tempos.

A Astrologia Tradicional começou a ser recuperada por volta de 1980 com a tradução e publicação de várias obras da época helenística e medieval o que nos possibilitou verificar que a prática astrológica antiga está assente numa estrutura de conhecimentos muito rica e sólida. São utilizadas técnicas e “ferramentas” de interpretação de grande importância, possibilitando análises muito ricas, profundas e precisas.

A Astrologia Moderna surge em meados do Sec XIX com o revivalismo do esoterismo e da espiritualidade do Ocidente e a tentativa de recuperar conhecimentos e saberes esotéricos antigos, entre eles a Astrologia. Nesta altura verifica-se um crescente interesse por temas ligados ao desenvolvimento pessoal. Surge a Astrologia Psicológica e a Astrologia Humanista, centrada no ser humano e utilizada como ferramenta de auto-conhecimento e de desenvolvimento interior.

A Astrologia Moderna permite-nos ter acesso a outros elementos astrológicos de grande relevância na análise astrológica e a técnicas de interpretação de grande riqueza e interesse.

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